Grande fazendeiro, proprietário de dezoito fazendas, mais unidades de beneficiamento e pontos de vendas dos produtos agrícolas no atacado passou a ser executado em seus empréstimos bancários, sendo que em apenas um dos bancos, o acúmulo era de R$ 27 milhões, representados por vários contratos de empréstimos.

Parte dos contratos foram objeto de ações de execuções pleiteadas pelo banco via justiça, e em todos, nossa perícia financeira provou que as ações de execuções não tinham os valores corretos, conseguindo assim dar prova quantitativa para suas anulações com base no CPC, art. 803 – I – que assim prevê: “É nula a execução se o título executivo extrajudicial não corresponder à obrigação certa, líquida e exigível.”

Em uma dessas ações, por exemplo, cujo valor era de R$ 4.014.702,18 com garantia de imóvel rural, constatamos e provamos quatro tipos de irregularidades diretas na ação de execução, outras sete no contrato de sua origem, e também em outras operações financeiras relacionadas, resultando daí uma negociação entre o banco e o cliente, abrangendo todas as operações financeiras em aberto, com exclusão total dos encargos moratórios e significativa redução das taxas de juros, além de alongamento do prazo para pagamento e carência para iniciar os pagamentos das parcelas.

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